ela - "Se eu quiser, como é?"
ele - "Ah, mas tu queres?"
ela - "Estou só a por uma opção...!"
ele - "Bem, não sei. A minha casa é que nunca tem gente muito cedo..."
ela - "Pois, na minha as coisas são demasiado imprevisíveis. Há sempre alguém a circular, a sair e a entrar."
ele - "Podemos ir para a minha..."
ela - "É? E a paciência, oh?"
ele - "Era só uma sugestão."
ela - "Devíamos tentar arranjar uma solução. Assim só há quando eu quero, se houver uma casa vazia e se eu tiver paciência para ir para lá.
ele - "Tu mandas."
ela - "Eu sei."
9 de maio de 2009
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