Tardes obscuras,
tardes tristes.
Casa vazia,
sorriso ausente,
braços fechados,
beijo trancado.
Pensamento longe,
ritmo lento,
falta de adrenalina,
ausência de alegria.
Cri-Cri sozinha,
nas sombras da mentira,
só de espírio,
vazia de ira.
E ele?
Oh, tu, vem,
por favor, vem rápido,
vem.
Muita falta fazes!
Sem ti já nada sou.
Sem ti já não sou ninguém.
11 de maio de 2009
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